Nunca fui muito fã de musicais, falando francamente nunca tive paciência para conseguir assistir por completo uma adaptação deste modelo, mas não significa que não tenha um que me agradou e me prendeu até eu saber como terminaria, então confere ai dois filmes que dou os créditos principalmente para os atores que desempenharam maravilhosamente os seus papéis.
- MAMMA MIA
SINOPSE: A jovem sonhadora e romântica Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a se casar, no entanto gostaria que seu pai biológico, que até então ela não conhecia, a levasse ao altar, e para tanto envia três convites para Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard) para que todos compareçam em seu casamento, para tentar desvendar quem deste três seria o seu pai biológico. Ao ler o diário de sua mãe, três homens que lá são mencionados poderia ser seu verdadeiro pai, no entanto a reação de sua mãe, a destemida Donna (Meryl Streep) não vai ser a das melhores.
Este filme musical foi lançado em 2006, sendo uma adaptação ao cinema de uma peça musical harmônica, dirigido por Phylida Lloyd e escrito por Benny Andersson e Bjorn Ulvaeus. A peça foi criada uma década antes por Catherine Johnson, sendo que o musical foi baseado nas canções do grupo sueco ABBA, sendo o filme gravado na ilha grega de Escíatos nas Espórades.
O que mais me chama a atenção é o cenário que é divino, um lugar que todos gostariam de conhecer ou mesmo morar, a história é conduzida pela vontade de Sophie conheceu o seu pai verdadeiro fazendo assim ele partilhar um pouquinho de sua felicidade, mas a mãe não gostou nada de descobrir que estes homens retornaram a sua vida através de sua filha, mas o que importa é enquanto a história vai se desenvolvendo a surpresa ficará pra o final, onde você imagina um fim e acontece outro.
- OS MISERÁVEIS
SINOPSE: A história se passa em plena Revolução de Julho do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo e os Motins de Junho de 1832. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a sua irmã mais nova e acaba sendo preso, após cumprir sua pena, Jean é posto em liberdade condicional com a obrigatoriedade de se apresentar regularmente, correndo o risco de permanecer preso para o resto da vida se não o fizer. Como ex-presidiário Valjean é descriminado por todos, não consegue arrumar principalmente emprego, mas tenta recomeçar sua vida, considerando-se livre Jean quebra a condicional resultando em uma fuga continua pelo inspetor Javert (Russell Crowe).
Enquanto isso do outro lado da França, Fantine (Anne Hathaway) enfrenta uma grande luta com sua filha Cosette, ao viajar para o interior do país, acaba deixando a menina com o casal Thénardier (Helena Boham Carter e Sacha Baron Cohen) que á maltratam, fazendo-a de escrava e roubando o seu dinheiro. Fantine arruma um emprego no interior, mas uma funcionaria da fabrica descobre que ela tem uma filha ilegítima e a expulsam do emprego. Desolada e sem jeito de conseguir dinheiro, ela vende seus cabelos e dentes e acaba se prostituindo, morrendo de tuberculose pouco tempo depois, Jean Valjean conhece Fantine nessa longa trajetória e lhe faz a promessa de cuidar de sua filha.
O musical é um filme britânico do gênero drama e romance, sendo baseado no musical de mesmo nome por Alain Boublil, Claude-Michel Schonberg e Hebert Kretzmer que por sua vez basearam-se no romance francês escrito por Victor Hugo em 1862. O filme é dirigido por Tom Hooper, resultado de uma comemoração aos 25 anos do musical, as filmagens começaram em Março de 2011.
A história é linda, um tanto cansativa, devido ao enredo mostrar duas partes da história até o momento em que se cruzam, mas emocionante, dramática e interessante. O difícil de musicais é quando estes mesmo são na maior parte do tempo legendados, então ter que ficar lendo a legenda e prestar atenção na cena ao mesmo tempo, pra mim é um tanto complicado, mas vale a pena sim assistir e se delicia com a lutar de um homem que tenta cumprir sua promessa protegendo demais a menina Cosette.


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